29 de mai de 2011

Cap 12 - O Filho do Homem - Parte 6 (Final)

SALVAR O QUE SE HAVIA PERDIDO

“10PORQUE O FILHO DO HOMEM VEIO BUSCAR E SALVAR O QUE SE HAVIA PERDIDO.” LUCAS 19:10   

“11PORQUE O FILHO DO HOMEM VEIO SALVAR O QUE SE TINHA PERDIDO.” MATEUS 18:11

A gente costuma dizer que a rapadura é doce, mas não é mole. E como todo parto é difícil, apresenta dores, no nascimento do filho do homem não é diferente.

Porque não há renascimento de qualquer natureza que não seja doloroso, todo nascimento gera a dor do parto, gera sacrifício. A informação, o componente novo que chega, inicialmente entra em choque, em desacordo com o que eu tenho. E abre uma luta, entre o velho e o que quer nascer. Os valores apreendidos entram em confronto com os vivenciados, e entramos na grande luta íntima quando esses novos chegam. Os liberais são sempre rejeitados pelos conservadores.

As convulsões físicas atuais que todos assistimos e presenciamos representam as dores do parto.

E dos conflitos todos estamos observando e vendo surgir a aurora de um novo tempo, de um novo estado de coisas, de um planeta que caminha a passos largos para o ingresso em uma nova escala hierárquica. A dor do parto é uma mensagem que permanece para todos nós como um ponto de referência para nosso crescimento.

E ela pode ser uma dor que não apresenta dor nenhuma, senão as oscilações e apreensões. Mas fica um recado interessante, sempre nesse nascimento haverá alguma coisa que vai exigir de nossa parte uma devoção, um testemunho, uma superação.

A proposta está bem clara, é trabalharmos para a elaboração do filho do homem.

Agora, nem sempre ele nasce. Porque ele pode nascer como pode abortar. O filho do homem toda hora é fecundado, no entanto, nem sempre nasce. Então, se o rejeitamos é porque ainda estamos apaixonados, magnetizados pelas faixas inferiores, ainda somos inspirados pelas emanações que vem de baixo. Sabemos que não existe ressurreição sem morte, porém, o problema não é ressurgir, problema muitas vezes é que queremos o novo, mas não queremos abdicar do velho.

E é comum falharmos nessa elaboração. Porque em vez de falar a nossa vontade (que precisa ser continuamente alimentada) fala o automatismo milenar, que tem dominado a nossa vida em muitos pontos e que busca evitar que ascendamos.

Percebeu? Nós abortamos o filho do homem porque estamos frágeis na fixação da meta, a gente não aproveita a chance que aparece, e essa é a grande questão.

O conhecimento chega, a consciência aprova e entende que o caminho é mesmo por aí, mas o sentimento rejeita. A razão carimba, porém o sentimento não obedece. Nesse caso concepção psíquica tem, só não tem a gestação e o nascimento. E olha que muitas vezes nem chega a formar os primeiros movimentos celulares do novo homem e nós já abortamos. Mas consta no evangelho que ele vai voltar, e quanto a isso iremos estudar no capítulo A Porta Estreita.

E veja que interessante. O filho do homem, quando começa a ser trabalhado em nossa intimidade, representa um processo de vir salvar o que conhecíamos lá atrás, muitas vezes de longa data, e estamos meio perdidos através dos tempos.

Esse veio salvar fica filosófico e religioso no plano histórico, e científico e libertador no plano prático da vida. Mas salvar tem um objetivo. Imagine um exemplo. Você está na sua casa, o seu sobrinho pequeno chega e vai brincar em seu computador. Brincadeira de criança, ele abre um programa e começa a fazer desenhos. Desenha, digita teclas uma atrás da outra, até que a mãe dele o chama: “Gustavinho, vamos embora, está na hora, papai está nos esperando.”

Pronto, acabou a brincadeira. Ele vai desligar e o primeiro passo é fechar o programa. E o que o computador logo pergunta: Deseja salvar? ... Geralmente não salva. Percebeu? O salvar tem um objetivo, porque ninguém vai salvar nada que não tenha utilidade. Ninguém salva nada que não vai ser usado depois.

Logo, a questão é salvar o que se tinha perdido, mas para que? Para dar novo direcionamento. Nós temos a idéia de salvar para operar, o que nos mostra que o filho do homem vem dar uma nova dinâmica àqueles valores que perdemos, esquecemos ou simplesmente não valorizamos. E essa salvação se dá por meio de uma linha de gestação desse filho do homem em direção a uma nova posição, de modo que a segurança pessoal está na solidificação que damos através do nosso testemunho. Vale a pena lembrar, só incorporamos depois de testemunharmos, podemos sair de uma reunião motivados a perdoar e simplesmente não fazermos, aprovamos consciencialmente e não perdoamos ninguém.

O filho do homem se expressa em um sentido de realização ainda. Ele sugere elaboração, é aquele em elaboração. E o filho de Deus é aquele, a princípio, já elaborado, sugere manifestação concreta do pensamento divino, é o filho do homem em plenitude e integração. Aquele capaz de representar no plano operacional da vida, com plenitude e perfeita pureza, o que entendeu dentro do patamar que alcançou.


No entanto, para que surja o filho de Deus, consciente, é necessária a presença do filho do homem, componente operacional nosso. Ou seja, filho do homem é o componente gestor do filho de Deus, é aquele que está buscando entender o aspecto religioso e espiritual sob novo enfoque. Filho do homem no plano concreto é o filho de Deus, é a dinâmica para se alcançar o filho de Deus, porque para ser filho de Deus, por eleição, nós temos que circular nas faixas tangíveis do universo.

25 de mai de 2011

Cap 12 - O Filho do Homem - Parte 5

O PROCESSO

“36INSENSATO! O QUE TU SEMEIAS NÃO É VIVIFICADO, SE PRIMEIRO NÃO MORRER.” I CORÍNTIOS 15:36

O nosso crescimento espiritual, o nascimento do filho do homem, inicia-se com uma fecundação psíquica. É exatamente por aí o princípio. A renovação, esse nascer do espírito ao qual nos referimos, se faz dentro do mecanismo de concepção.

E dizemos mais. Se a criatura está grávida é porque a gravidez se instaurou em um determinado momento, em certa hora, em certo dia. E vai haver um processo de gestação, um processo de fecundação que vai culminar com o nascimento.

Inicialmente nós temos um processo conceptivo. A fecundação, entre os componentes fertilizantes de fora que vem e os nossos padrões íntimos de recepção.

A concepção se faz entre minha expressão fecundável e os valores fecundantes que me visitam, o processo se dá pela inspiração que vem de cima e a necessidade reinante embaixo. Os espermatozóides são os componentes que são lançados para o nosso crescimento e o óvulo o nosso sentimento. É um somatório do valor revelado (plano informativo) com a nossa proposta de abertura para novos momentos, de modo que dentro de nós o sentimento prepara o terreno.

Então, veja bem. Nós estamos estudando o evangelho, lendo alguma obra, e recebendo caracteres informativos. Verdadeiras sementes, ou semeaduras, estão caindo no solo do nosso coração. Pela informação desce do alto uma chuva de recursos. E quando esses recursos nos atingem nos penetram. Mas penetram de maneira suave, eles chegam como um esboço. E tanto chegam como um esboço que podem desaparecer em contato com a soma da repetição que já temos dentro de nós de inúmeros reflexos, trazidos de experiências passadas.

Esse é o plano informativo. E nosso terreno íntimo é um ponto acolhedor, um vaso receptivo.

No entanto, isso apenas não basta. Não basta apenas assimilar conteúdo, outra etapa se faz necessária. Necessário trabalhaarmos e darmos corpo a isso. E em determinado momento vem o testemunho, que é o nascimento da nova postura pessoal. Logo, a fé nós podemos dizer que é a concepção, ou fecundação, a esperança é a gestação e a caridade é a culminância, é o filho, o nascimento.

Havendo a fecundação é preciso que haja a formação do embrião. É preciso dar corpo aos elementos que introjetamos. E ao dar corpo é como se nós estivéssemos gestando na intimidade de nossa forma mental esses elementos novos.

Ou seja, temos que ir alimentando esses novos valores, essa nova postura de vida que elegemos, que quer nascer, até que ela tome corpo. Essa gestação dos valores, que vão dando uma nova estrutura psicológica e espiritual para nós, é a que Jesus se referiu por ocasião da ceia. Por isso, perguntamos, deu para entender essa expressão gestando? Porque esse entendimento precisa ficar muito claro.

A questão é como que gestamos caracteres dentro de nós? Vamos lá. Vamos tentar exemplificar.

Por exemplo, eu sou uma pessoa muito irritadiça, muito nervosa. Não ouço uma coisa que me desagrada sem dar uma má resposta. Sou daquele tipo de pessoa que não leva desaforo para casa.

Mas eu quero mudar isso, sinto que ser assim já me desagrada. O que faço? Começo a ler, de maneira ampla e profunda, acerca da paciência e da necessidade do perdão. Sem dúvida isso se torna um grande desafio para mim. Estou estudando, e também tenho ouvido inúmeras palestras acerca do perdão.

Vou ao supermercado. Na hora em que uma criatura fala uma palavra meio atravessada, e eu quase explodo, imediatamente me lembro da página que li. Calma, calma! Eu seguro. Aí eu acrescentei nesse valorzinho que estou tentando trabalhar um pontinho a mais, com mais tônica. Não demora muito e surge outra circunstância. Dessa vez alguém me esbarrou na esquina. Mais uma vez a tendência é mandar aquele palavrão costumeiro, xingar. Mas não. Marco Antônio, lembre da página. Dessa vez eu até agradeci a experiência. E vou em frente. Chego ao serviço dois minutos atrasado e o chefe vem em cima: “Não atrasa de novo, que eu te mando embora.” Manda logo, eu penso, mas, .... Marco, calma. Assim, eu vou dando corpo a isso que assimilei. Dessa forma, da informação eu estou caminhando para a formação de caracteres novos.

O processo nosso de crescimento e de mudança é esse. Inicialmente desce a chuva de recursos que nos penetram de forma sutil, suave, e que podem desaparecer em contato com as pirâmides de sombra da nossa personalidade milenar.

A questão é recolher a informação e operacionalizar a informação. E para isso é preciso reter.

Pois se retenho esses valores recebidos começo gestar caracteres novos em mim. Isto é, da informação eu começo a dar forma, a formar novos caracteres, e isso é que é reter.  Por aí deixamos de ter uma semi-autoridade por conceber e passamos a ter autoridade por nascer, por revelar, por surgir, de modo que o momento revelador entrega à morte e a metabolização da revelação vai gerar efetivamente a morte.

Porque não há ressurreição sem morte. E sendo impossível a ressurreição sem morte é preciso estiolar-se o corpo anterior, não material. Por isso Paulo diz que o que semeamos “não é vivificado se primeiro não morrer.” E a morte, já comentamos antes, é a desvinculação dos padrões que vem nos prendendo à retaguarda.

Não há motivo para desânimo. Temos que insistir para que os novos padrões que assimilamos ganhem corpo. Assimilar para implementar um sistema novo de vida.

A tática é: Recolhemos a informação e operacionalizamos a informação. E isso vai matar a antiga criatura e vivificar a nova expressão. Valores que eu capto, somados aos meus padrões de sentimento, vão gerar novo corpo. E dá-se o crescimento de um componente novo e a diminuição de caracteres antigos. E se consigo operar no campo prático os valores recebidos ocorre o nascimento do espírito pela mudança.

Porém, o problema não é ressurgir. O problema é que não queremos abdicar do velho.

21 de mai de 2011

Cap 12 - O Filho do Homem - Parte 4

DINÂMICA PARA CRESCER

“13ORA, NINGUÉM SUBIU AO CÉU, SENÃO O QUE DESCEU DO CÉU, O FILHO DO HOMEM, QUE ESTÁ NO CÉU.”                                    JOÃO 3:13

É preciso ficar claro que sempre há uma linha entre o território em que estamos ocupando e aquele que pretendemos ocupar.

E a faixa em que nos situamos é interativa na parte em que a nossa mente consegue sintonizar e nas partes de nós para baixo em que podemos realmente operar.

Inicialmente nós sintonizamos com o patamar superior, e depois descemos operando para termos a conquista desse novo padrão. Porque, e temos batido sempre nessa tecla, a conquista real vai depender da obra, da ação, da dinâmica. Não queremos alterar o evangelho, nem somos loucos para isso, mas podemos, com muita tranquilidade, colocar no versículo referenciado acima um advérbio por nossa própria conta: Ninguém subiu, efetivamente, senão aquele que desceu. 

É fato que estamos recebendo de cima, que está havendo uma irrigação de componentes fertilizantes no território do nosso sentimento. E nós recebemos. Porém, para podermos ter acesso efetivo ao plano de onde dimanam as orientações de segurança e paz nós temos que refletir esses valores para frente, fazendo.

Ocorre que ao subir nós aprendemos e ao descer fazemos, e aquele que faz passa a possuir com plenitude o que aprendeu. Assim, a felicidade se encontra da seguinte forma: o trabalho deve ser um processo onde eu recolho, depois laboro e em seguida ofereço. Aí fica fácil concluir que não posso viver sozinho, eu preciso interagir com as pessoas em volta. Enquanto eu não colocar a linha de interação de forma bem nítida na minha vida o meu dar fica estiolado na base, desativado.

E é da lei que a gente sobe para aprender e desce para fazer. Não é algo que estamos inventando.

E se aprendeu de quem está no plano superior, e opera segundo o que esse superior lhe apresenta, a criatura passa a estar em igualdade por afinidade com esse que o orientou, e isso nada mais é do que uma mecânica de evolução.

Trabalhamos aqui porque pela experiência exercida nós entramos em campo igualitário (pela prática) com aquele que nos ensinou. E passamos a ter uma linha de ressonância, abrindo uma porta e entrando nela. Por isso, veja bem, o dar é que vai me colocar em linha de ressonância com aquele de quem eu recebi.

Pelo dar eu entro em uma relação sutil com a mesma linha de onde está dimanando a base informativa, e isso é bonito demais e também científico de se aprender. Então, eu tenho o dar e receber, ou o receber e dar, e quanto mais eu exercito o dar e o oferecer mais eu abro a engrenagem para receber novas aquisições.

Assim, o evangelho nos ensina: “Ao que tem lhe será dado, e ao que não tem até o que parece ter lhe será tirado.” Pelo aprendizado a gente visualiza a porta e pela aplicação a gente passa por ela, de onde vamos concluir que o passar na porta estreita é algo reservado a quem opera, a quem faz, a quem aplica.

O filho do homem é que está no céu, e esse estar no céu é a representação da harmonia.

E é esse subir e descer, esse processo harmônico, que garante a felicidade. Indica, como já dito, que subir no céu e não descer do céu é manter-se em um pseudo-céu, um céu que incomoda, que frustra, que desagrada. Subir e descer do céu define o plano do ser, e o ser não é estático. Isso mesmo. O ser não é estático. Não podemos estar feliz, temos que parar com isso de “eu estou feliz”, e ser feliz.

E por ser estático podemos dizer que o “ser” é o resultado de muitos “estar”. O ser, sem um constante vir a ser, é um nada, um vazio, um zero à esquerda. Porque ele está sem um ideal, sem uma dinâmica, sem um objetivo, sem uma meta. E para ser feliz é preciso estar em uma constante mudança, constante alteração.

De forma que aprendemos: a gente sobe e desce. E para subir tem que descer operando. Subimos para encontrar a fé, descemos para realizar as obras, e obra é o que projeta para novo piso, nova faixa, novo patamar. Sobe e desce, essa é a mecânica do crescimento, e cada vez que sobe procura um patamar mais alto na evolução.

Subir e descer, este é o ponto de equilíbrio, pois aqui estamos numa dinâmica operacional dentro do plano aplicativo de didática viva, e isso é o evangelho. E com certeza você já deve ter observado algo: que com essa sistemática a nossa caída, a nossa queda, vai tendo mais êxito, ou seja, nossas quedas, que vez ou outra podemos ter, passam a ocorrer em intervalos de tempo cada vez maior, e o que é mais importante, vamos passando a permanecer cada vez menos tempo dentro das regiões dela. É porque passamos a saber nos conduzir.

Se na subida tentamos entender Deus, na descida buscamos nos integrar com Deus.

E nesse processo de integração é que entra a mensagem do Cristo ao dizer “Eu e o Pai somos um.” Muito lindo isso. A unidade significa a integração com os padrões crísticos. E a chegada do filho do homem, que estamos estudando, a chegada dessa personalidade, que no plano prático da vida de qualquer um de nós não é uma personalidade, mas um estado de alma, coincide com a postura de cá para lá na linha de afinidade. Não mais para aprender conteúdo informativo ou teórico, mas que propõe uma afinidade com a linha formativa dos nossos caracteres de transformação pessoal. Por isso o filho do homem representa a instauração do Cristo na sua segunda vinda, não na primeira (e vamos esclarecer isso, sem deixar dúvida, quando trabalharmos o capítulo A Porta Estreita).

E fica um recado final neste tópico para ser lembrado: essa linha de subir e descer, toda essa sistemática de encadeamento, não tem como funcionar de forma produtiva se nós não nos mantivermos sintonizados com a virtude da humildade.

16 de mai de 2011

Cap 12 - O Filho do Homem - Parte 3

SUBIR E DESCER

“13ORA, NINGUÉM SUBIU AO CÉU, SENÃO O QUE DESCEU DO CÉU, O FILHO DO HOMEM, QUE ESTÁ NO CÉU.” JOÃO 3:13

Não podemos iniciar este tópico sem nos desculparmos novamente. Achávamos que o problema que havia dificultado as novas postagens havia sido solucionado, mas não fora. Agora sim, acreditamos tê-lo resolvido de forma definitiva, e só nos resta retomarmos o trabalho com a frequência de postagens que vínhamos mantendo.

O versísulo que vamos estudar é de uma beleza e profundidade impressionantes: “Ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o filho do homem, que está no céu.”

E começa a ficar claro quando observamos que o primeiro passo efetivo para o crescimento consciente é subir. E subir é direcionar-se para os padrões superiores. 

Podemos dizer que em cima nós temos os componentes perceptivos. Em cima temos os elementos direcionados, determinamos estratégias. Subir refere-se ao processo de adesão da criatura na busca da visualização de novos parâmetros, novas bases, representa a proposta do superconsciente. Assim, subindo nós buscamos instrumento de discernimento, de esclarecimento. Subindo nós encontramos a fé, e porque não falar que na subida estamos tentando entender Deus.

Porém, é muito importante a gente ter em conta que não basta apenas subirmos, pois, afinal de contas, essa subida depende de um respaldo operacional nosso.

E se no alto, na etapa ou faixa superior, em cima, nos planos de percepção, nós recebemos influxos orientadores, o plano operacional, por sua vez, está aqui embaixo, é daqui para baixo.

De nossa faixa para cima nós temos sintonia, e de nossa faixa para baixo afinidade. Como foi dito, eu subo captando valores, mas não posso operar em cima. Claro, as obras precisam se consolidar embaixo. Visualizamos o céu, mas estamos em contato com a terra. Subimos para encontrar a fé e temos que descer para realizar as obras. E descemos operando, pois embaixo representa  o que temos que operar.

Então, fica um lembrete imprescindível: aquele que pretende estar no piso de cima, que almeja evoluir, ascender, vai ter que descer, mas descer operando, fazendo.

Porque o que projeta o ser não é a informação, mas a formação de novos caracteres.

De forma que precisamos solidificar aqui (embaixo) esses elementos que visualizamos lá (em cima). Ocorre que os valores de princípio assimilados permanecem teoricamente em nós e pela faixa experimental incrustam-se em nosso interior, em nosso psiquismo.

Por isso, subir no céu e não descer do céu nos posiciona em um pseudo-ceu, em um céu que não é legítimo, que incomoda. Aprender e não fazer não nos oferece harmonia.

Vamos fazer como Zaqueu, ver Jesus de cima e estar com ele embaixo. Idealizar junto ao céu no plano das idéias e realizar na terra em um plano prático concreto. Fazer o que nos é solicitado na terra, mas fitando sempre o céu.

Vamos subir captando valores e descer operando. Inicialmente a busca, e depois uma linha extensora para além dos aspectos da retaguarda em nossa própria vida.

E na experiência de descer de Jesus aos necessitados nós estamos experimentando a ascensão. Para subir nós temos que descer operando, não há outra forma.

E quando operamos como agentes do bem nós entramos na posse de expressões bem mais avançadas.

Subir e descer. Não nos esqueçamos disso. Ao subir nós pesquisamos as faixas mais elevadas. Porém, ficar lá em cima, como muita gente adoraria, não tem jeito. Não adianta. É ilusão. O plano da ação que nos recebe é o que se situa de nossa faixa para baixo. Até podemos dizer que na área em cima, na parte superior, é possível que não tenha lugar para nós, provavelmente não tenha lá uma atividade a qual possamos desempenhar. Não há o que operacionalizar lá. Lá em cima não existe serviço para nós. Pelo que sabemos não existe o cargo de secretário de anjo.

Conclusão: temos que descer e sermos funcionários aqui embaixo mesmo. O campo de atuação é daqui para baixo.

Agora, outra questão muito importante. Temos que descer, sim. Descer operando, mas descer sem perder altura, isto é, descer com a mesma frequência de onda.


E descer com a mesma frequência é descer sob os padrões de sustentação vibracional de cima. É descer vigiando. Porque se descer sem vigilância a criatura acaba entrando na sintonia da sua própria complicação interior, que é o seu próprio subconsciente, que já falamos, exerce uma carga de pressão violenta sob nós próprios. Aí a descida pode ser transformar em verdadeiro desastre.

8 de mai de 2011

Cap 12 - O Filho do Homem - Parte 2

OS TRÊS ANDARES

“7E O PRIMEIRO ANJO TOCOU A SUA TROMBETA, E HOUVE SARAIVA E FOGO MISTURADO COM SANGUE, E FORAM LANÇADOS NA TERRA, QUE FOI QUEIMADA NA SUA TERÇA PARTE; QUEIMOU-SE A TERÇA PARTE DAS ÁRVORES, E TODA A ERVA FOI QUEIMADA.” APOCALIPSE 8:7

Vamos trabalhar agora um tópico da maior importância em nosso estudo sequenciado, se é que podemos dizer assim. E entender que os três andares da arca (de Noé) representam os nossos estados de consciência. Três andares, pois no processo de crescimento sempre há uma linha que sugere um plano tríplice.

Na terminologia de Sigmund Freud temos o id, o ego e o superego. E o id, ego e superego (ou, se quiser, inconsciente, consciente e a consciência, ou, ainda, subconsciente, consciente e superconsciente) são expressões diversificadas que expressam a mesma coisa (e quanto mais inconsciente mais passiva é a mente).

SUCONSCIENTE – Os processos da psicologia falam da parte desconhecida do mundo mental que chamam de subconsciência sem definir essa cripta misteriosa da personalidade humana, e a examinam apenas na classificação das palavras, porém, é compreendida sob a claridade maior do entendimento do evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo.

À luz do entendimento do evangelho aprendemos que essa zona oculta da esfera psíquica de cada um constitui reservatório profundo das experiências do passado em existências múltiplas da criatura.

A arca, como a casa mental, tem que abrigar todas as nossas instintividades no seu andar de baixo, nessa área do subconsciente. Logo, temos no subconsciente a essencialidade daquilo que nós tivemos o ensejo de vivenciar em experiências anteriores, onde encontramos toda a ressonância desses animais que já estão presentes em nós. Esse id representa o compartimento que abriga nossos instintos mais primitivos, os animais. E toda uma soma de caracteres constitui nosso subconsciente. Podemos dizer que o que vem de baixo foi conquistado na experiência das reencarnações, é arquivo maravilhoso onde todas as conquistas do pretérito são depositadas em energias potenciais para ressurgirem em momento oportuno.

E esse subconsciente tem uma carga de pressão violenta sob nós próprios. Sabe por quê? Porque as feras, o leão, o tigre, são todos animais que não serão eliminados nunca. Não é exagero, realmente eu disse nunca, tanto que entraram para a arca.

Perceberam? No subconsciente não pode ter queima (veja o versículo citado no início do tópico), não podemos desativar todos esses conteúdos do plano de baixo. Essa parte inferior do subconsciente não pode ser desautorizada e eliminada, é o fogo que não se extingue.

Nós sabemos que o potencial de mudança da criatura está no superconsciente. Porém, para você colocar esses potenciais em ação e movimentá-los você tem que usar o material essencializado ou quintensenciado dentro de você.  Ou seja, o plano de percepção é para cima, o operacional para baixo, a força está impulsionada embaixo. O subconsciente, ou o que vem de baixo, foi conquistado na experiência reencarnatória, e os valores nele arregimentados fazem emergir idéias. É o substrato ou essência, o que já viveu e existe para gerenciar a caminhada.

SUPERCONSCIENTE – Do primeiro andar pulamos para o terceiro. E o terceiro andar é a consciência plena ou razão, o superconsciente, denominada pela nomenclatura da psicologia como superego.

Nesse alto está a faixa das concepções positivas, a área dos ideais, a etapa superior de onde nós recebemos as orientações e os influxos orientadores. É área dos valores idealísticos, planos de percepção.

O superconsciente é um terço do nosso campo mental. Todos os valores veiculados por ele definem área de proposta, são como aqueles lastros não trabalhados. Observe que o potencial está no superconsciente e nos seus planos nós temos potencialidades amplas que vamos desenvolver no campo prático das experiências.

Veja bem, em relação ao superconsciente (plano de cima) e subconsciente (plano de baixo) Jesus faz referência no “vigiai e orai”, e que especificaremos quando trabalharmos o capítulo A Tentação. É mais ou menos assim: vigie a porta de baixo para cima (para evitar a emersão dos leões), e abra portas de cima para baixo (para receber orientações superiores e obter um crescimento consciente).

SUPRACONSCIENTE – Se temos a linha que sugere um plano tríplice nós sempre estamos no ponto intermediário, no segundo andar. É o supraconsciente, o ego, a região mediana, de percepção intermediária para cima e que intercede com os dois outros andares.

Logo, nós é que damos acesso aos valores do subconsciente que emergem (sobem) ou do superconsciente que derrama sementes aqui (descem). Se o superconsciente é a zona dos ideais, e nele talvez possa até ter alguma coisa ao nível de reformulação de idéias, o plano que vai ser todo misturado é o do nosso dia a dia.

Assim, podemos dar uma elaboração completamente diferente na nossa linha diária no campo da atitude fazendo o nosso campo mental passar a ser trabalhado de forma consciente com os novos padrões. No supraconsciente é que essa linha interior tem que ser acentuadamente alterada. O nosso alimento a cada instante é que tem que ser trabalhado aqui.

Mas quer saber?! Vamos trocar tudo isso agora. Para melhor elucidação, já que mencionamos plano de cima, plano de baixo, vamor trocar por céu (em cima) e terra (embaixo).  

CÉU - O céu refere-se ao que está acima.  Componentes superiores da personalidade, padrões de renovação, planos de idealização, área da criatividade.

É a representação do conjunto de componentes que eu visualizo, mas não alcanço. Definem os valores não consolidados em mim (em minha personalidade) e que tenho como objetivo, porém, que não fazem parte da concretude da minha vida.

Quando eu penso em céu eu penso em Deus, criador e Pai. Então, no céu eu tenho Deus. Resultado: compreender, perdoar, entre outros, são coisas que não vem de baixo, vem de cima.  E no plano captador das áreas superiores estão os valores positivos que eu tenho que implementar no plano prático da vida. 

Porque o conteúdo que vai nos assegurar felicidade, redenção, renovação e libertação vêm de cima, não é produto do que vem de baixo. O processo evolucional vem de cima, a evolução não se assenta em cima de padrões já conquistados. De forma que o céu precede a terra como a fé precede as obras. E subindo ao céu (consciencial) alcançamos a fé. Por isso veremos no próximo tópico que é preciso subir (para alcançar a fé), e depois descer para realizar as obras).

TERRA - E quando eu penso em terra eu penso nos homens e na mãe natureza.

E, sucedendo ao céu, a terra é onde eu realizo as obras. É referência ao plano operacional (vimos anteriormente que Jesus convidou Zaqueu a descer, ele não podia apenas ficar em cima). 

E como a característica básica da terra é a solidez e a concretude ela vem definir a soma dos elementos já consolidados. São aqueles valores solidificados em minha personalidade. Então, do plano de baixo vem os instintos e as conquistas já operadas, é a representação dos elementos sedimentados. E o que emana dele foi conquistado na experiência reencarnatória nossa.

1 de mai de 2011

Cap 12 - O Filho do Homem - Parte 1

O FILHO DO HOMEM E O FILHO DO FUTURO


“3JESUS RESPONDEU, E DISSE-LHE: NA VERDADE, NA VERDADE TE DIGO QUE AQUELE QUE NÃO NASCER DE NOVO, NÃO PODE VER O REINO DE DEUS. 4DISSE-LHE NICODEMOS: COMO PODE UM HOMEM NASCER, SENDO VELHO? PODE, PORVENTURA, TORNAR A ENTRAR NO VENTRE DE SUA MÃE, E NASCER? 5JESUS RESPONDEU: NA VERDADE, NA VERDADE TE DIGO QUE AQUELE QUE NÃO NASCER DA ÁGUA E DO ESPÍRITO, NÃO PODE ENTRAR NO REINO DE DEUS.” JOÃO 3:3-5

“28E EU VOS DIGO QUE, ENTRE OS NASCIDOS DE MULHERES, NÃO HÁ MAIOR PROFETA DO QUE JOÃO O BATISTA; MAS O MENOR NO REINO DE DEUS É MAIOR DO QUE ELE.” LUCAS 7:28

“12E VIREI-ME PARA VER QUEM FALAVA COMIGO. E, VIRANDO-ME, VI SETE CASTIÇAIS DE OURO; 13E NO MEIO DOS SETE CASTIÇAIS UM SEMELHANTE AO FILHO DO HOMEM, VESTIDO ATÉ AOS PÉS DE UMA ROUPA COMPRIDA, E CINGIDO PELOS PEITOS COM UM CINTO DE OURO.” APOCALIPSE 1:12-13

Inicialmente, gostaria de me desculpar a todos. Problemas nas últimas semanas com o computador que uso impossibilitaram que o blog fosse atualizado da forma como vinha sendo feito. Solucionada a questão sequenciamos nossos estudos, com capítulo novo, por sinal.

E vamos começar dizendo que a expressão utilizada por Jesus, “filho do homem”, e tantas vezes presente no evangelho, tem um sentido bem interessante.

Porque se falamos em nascimento nós falamos de filho, e se Jesus menciona filho do homem é porque há filho de mulher (do contrário ele utilizaria somente a expressão filho). E filho é aquele ou aquilo que é oriundo de, origina-se de, se resulta, procede de, é consequência, descende de. Então, ao mencionar “aquele que não nascer da água e do espírito” ele faz referência a dois tipos de nascimento, o nascimento pela água e o nascimento pelo espírito. Dois nascimentos, pois são dois componentes distintos, a água é componente corpóreo, tangível, material, ao passo que o espírito é de natureza diversa.

Filho de mulher nós sempre iremos pensá-lo em aspecto reencarnacionista, é o nascimento biológico. É o que reencarna, surge pelas vias da reencarnação, define o nascimento através da água, significa reencarnar. Como disse Jesus a Nicodemos, nascer da água refere-se ao nascimento material, corpóreo, sob o plano concreto.

Então, filho de mulher pressupõe a fecundação biológica entre espermatozóide e óvulo, que propicia condições de retorno do espírito ao plano físico para que ele implemente, que ele continue sua evolução. Nasce do plano de circunstâncias da lei, surge do impositivo da lei, da necessidade evolucional, onde é imperativa a ocorrência da reencarnação. Para evoluir tem que reencarnar, iniciar novo ciclo, é como escola. Tanto que o mergulho na água tem sentido de limpeza, e o espírito não parte para a reencarnação com outro propósito que não seja o de saneamento, de desoneração do pretérito e de ascensão.

O Cristo foi categórico ao afirmar que “aquele que não nascer de novo não pode ver o reino de Deus.”

Ora, a visão desse reino dos céus todos nós de alguma forma já possuímos. Já entendemos que esse reino não representa lugar onde, mas estado de alma. E por enquanto, esse reino dos céus vem sendo experimentado por cada um de nós em momentos específicos de nossa vida. De maneira fugidia, de forma rápida, nós já temos tido determinadas experiências assim, em que nos sentimos efetivamente vivendo no paraíso, temos lances que se abrem e se apagam.

E para que essa entrada ocorra inúmeras reencarnações nos são propostas pela misericórdia divina. Agora, se a reencarnação nos possibilita a visão do reino, nós podemos reencarnar, reencarnar, reencarnar e continuar apenas na visualização.

Afinal, não vale apenas encarnar-se ou desencarnar-se simplesmente, porque todos os dias formas se fazem e se desfazem, e a entrada unicamente se efetiva pela ação do indivíduo. O que vale realmente é a renovação interior com acréscimo de visão para seguirmos à frente com a verdadeira noção da eternidade em que nos deslocamos no tempo. A entrada se faz pela mudança e essa mudança representa o nascer efetivo de uma nova personalidade no seu sentido não de proposta mental, mas de uma realidade estrutural e vivencial da pessoa. É pelo nascer do espírito que nós vamos ter a presença do entrar.

Nascer da água é reencarnar, propicia ver o reino. Mas para entrar é preciso mais, tem que nascer do espírito, e nascer do espírito é renovar-se. Aí entra o que iremos estudar, o filho do homem. Filho do homem é aquele que nasce dele mesmo, representa aquele que aprende e renova-se, significa o nascer do espírito.

Como disse Jesus a Nicodemos, nascer do espírito é renovar-se. Define o nascimento não pela água, mas do espírito, é nascer dentro de uma mesma estrutura reencarnacionista, é o nascimento sob o prisma espiritual. O filho do homem nasce dele mesmo pela renovação, surge por meio de uma fecundação psíquica, é elaborado pela concepção interior. Adotando Jesus como modelo e guia a criatura aprende e renova-se, nasce pela renovação, por mudanças reeducacionais.

É a criação de uma nova personalidade, de novo conceito. Jesus, penetrando o íntimo, vai desativando as reencarnações, isto é, aquele que precisava de reencarnação para aprender, para crescer, para evoluir, precisa hoje de renovação.

É muito importante entender que a vinda do filho do homem, ao contrário do que muitos pensam, não é externa, mas interna. Ela vem definir a projeção de Jesus em nossa intimidade. O filho do homem consiste em dar à luz um filho, mas que não é no sentido espírito, não é o nascimento de um espírito, mas o nascer no sentido de posições, de estado. Significa dar luz a uma mudança, a novo estado de coisas, é o retorno de Jesus à nossa vida, em equilíbrio e harmonia. Veremos adiante que é a instauração do Cristo em sua segunda vinda.

Por ora, basta nos atentarmos para o fato de que não há como nos redimirmos e nos libertarmos efetivamente sem operarmos este nascimento do filho do homem. Este é o que está querendo nascer, é o que está gritando dentro da gente, e no plano operacional, pela mudança, o estamos gerando. Para nascer tem haver germinação, fecundação, quanto mais puro o sentimento melhor o fruto.

O evangelho tem nos ensinado que cego não pode guiar outro cego. Logo, para orientar a humanidade não pode ser tirado da massa o orientador. Assim, Jesus vem com o título filho do homem (filho é decorrência, resultante) porque na realidade está a muito à nossa frente. É como se ele dissesse ser hoje o que vamos ser amanhã. Perceberam? Filho do homem é uma projeção adiantada do que a humanidade será quando efetivamente aprender a viver o evangelho.

Filho do homem define o filho do futuro, e todo super-homem vive no futuro da raça. É por isso que ele é rejeitado pela massa. Ele vive hoje o que a raça vai viver na frente. E o filho do homem se fez chegar ao meio dos homens com a finalidade de elevá-los, também, à condição de filho do homem. E Jesus é o elemento corporificador do homem, define o Cristo em sua essencialidade operacional plena.

A geração do filho do homem é infinita, não cessa. O dia em que nós deixarmos de gerá-lo com certeza nos dissociamos da condição de filho de Deus. Porque o progresso não sofre estacionamento, a alma caminha incessantemente atraída pela luz imortal. Assim, ninguém acredite que o mundo se redima sem almas redimidas, não adianta formar uma Terra clareada e colocar outros espíritos nela. Pois os espíritos são os mesmos, que se projetam pela elaboração de uma nova personalidade, uma nova proposta interior.

Observe este versículo do apocalipse (E virei-me para ver quem falava comigo. E, virando-me, vi sete castiçais de ouro; E no meio dos sete castiçais um semelhante ao filho do homem,”). Castiçal é um utensílio em cuja parte superior há um local apropriado para se depositar a vela. É um suporte, instrumento onde se coloca a lâmpada, a luz, resumindo é o componente apropriado para que a luz seja colocada.

Tudo bem, mas o que nos interessa no estudo em questão é que, vendo em meio aos castiçais (no centro) o filho do homem ele vê o objetivo desses castiçais, o destino da convergência da luz que deles dimana, que é laborar as personalidades humanas em uma proposta redentora de libertação espiritual. Percebeu? Filho do homem no meio dos castiçais significa a finalidade dessa luz.

E toda luz tem a princípio a finalidade de clarear. Logo, é preciso que o castiçal seja um componente irradiador da luz. Por isso ele é um castiçal de ouro, pois o ouro simboliza o que há de mais precioso e valioso em nossa faixa de doação.

Jesus define que o filho do homem não veio para ser servido, mas para servir. Resultado: filho do homem é aquele que opera em nome do criador, que dá testemunho ao homem, que é capaz de realizar junto dos homens, ele representa quele que já vive, que já deu testemunho daquilo que aprendeu com Ele.
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