11 de dez de 2013

Cap 40 - A Pesca Maravilhosa - Parte 2

A AUTORIDADE DE JESUS

“JERUSALÉM, JERUSALÉM, QUE MATA OS PROFETAS, E APEDREJAS OS QUE TE SÃO ENVIADOS! QUANTAS VEZES QUIS EU AJUNTAR OS TEUS FILHOS, COMO A GALINHA AJUNTA OS SEUS PINTOS DEBAIXO DAS ASAS, E TU NÃO QUISESTE!” MATEUS 23:37

“VÓS ME CHAMAIS MESTRE E SENHOR, E DIZEIS BEM, PORQUE EU O SOU.” JOÃO 13:13

“E ELE DISSE-LHE: POR QUE ME CHAMAS BOM? NÃO HÁ BOM SENÃO UM SÓ, QUE É DEUS. SE QUERES, PORÉM, ENTRAR NA VIDA, GUARDA OS MANDAMENTOS.” MATEUS 19:17

“EU SOU O CAMINHO, E A VERDADE E A VIDA; NINGUÉM VEM AO PAI SENÃO POR MIM.” JOÃO 14:6

A origem do poder de Jesus está toda ela explicada no seu estado evolutivo. Era ele quem dirigia os povos de todos os tempos, e tanto era que ele mesmo disse que muitas vezes quis ajuntar os seus filhos ("quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas." Mateus 23:37).

Todos os grandes missionários ligados aos povos antigos e às diversas raças sempre estiveram e estão a seu serviço. Todos os profetas de que a bíblia faz menção em seus livros foram médiuns predestinados a servirem ao seu pensamento. 

Os que o precederam nada mais eram que mensageiros da sua bondade e da sua sabedoria, vindos à carne com o intuito de preparar-lhe a luminosa passagem pelo mundo das sombras. Para se ter uma ideia, os grandes expoentes da história, no que diz respeito ao aspecto da realização em temos de amor, viveram e trabalharam com facetas crísticas, todavia, quem envergou a totalidade crística aqui no planeta, até onde nós podemos alcançar e perceber, foi Jesus. Enquanto uns foram parcelas o Cristo foi o máximo em perfeição.

Então, não tem outra, qualquer coisa que surja neste mundo ele tem autoridade. Tanto tem que ele mesmo definiu: "Vós me chamais mestre e senhor, e dizeis bem, porque eu o sou" (João 13:13). Lembra dessa passagem?

Arrogou a si a denominação de mestre, considerando aqueles que o acompanhavam como discípulos. Não abriu mão disso, foi o único título com que se adornou, e nenhum outro. Certa vez, quando o chamaram bom, retrucou, dispensou de pronto o título de bom.: "Por que me chamas bom? Não há bom senão um só, que é Deus." (Mateus 19:17) Quando o definiram rei repeliu de forma imediata aquele qualificativo, declarando que o seu reino não é deste mundo. Apenas quis ser mestre, e disso fez toda a questão, advertindo os seus discípulos que só a ele o considerassem como tal. Ele se definiu como o mestre, e que a ninguém mais fosse concedida essa prerrogativa.

Não é nossa pretensão querer avaliar Jesus porque sequer temos capacidade de saber até onde chega a sua estrutura. Como exemplo, o seu subconsciente está para muito além do nosso superconsciente e a nós cabe saber que ele constitui o tipo da perfeição moral a que a humanidade pode aspirar na Terra. Deus o apresenta como sendo o mais perfeito modelo e a doutrina que ensinou é a expressão mais pura da lei do Senhor.

Ele é o exemplo supremo e o seu modelo é definitivo e único para a realização da luz e da verdade em cada ser humano. Em se tratando de iluminação espiritual, inexiste fonte alguma além da sua exemplificação. Para esclarecer qualquer dúvida a sua didática foi a do exemplo. Suas mensagens não se basearam em ponto de vista, mas num trabalho sedimentado em nosso solo na cartilha prática. Ele veio até nós com uma vivenciação acima de todas as nossas condições operacionais e palavra alguma poderá superar sua exemplificação, que o discípulo sincero deve tomar como roteiro supremo de vida.

"Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim." (João 14:6) Sim, somente Jesus pode ser, como realmente é, o condutor da humanidade. Somente ele reúne as credenciais e condições de um guia capaz e idôneo. Os seres desta esfera jamais poderão nos conduzir para outras mais altas e luminosas, uma vez que não passariam de cegos conduzindo cegos. Ele é o caminho porque já fez o percurso que ainda não fizemos, e ninguém realiza os eternos destinos se não o acompanhá-lo, seguindo-lhe as pegadas.

É a verdade porque não fala de si mesmo, não fantasia como fazem os homens que buscam os seus próprios interesses e a suas próprias glórias. E ele é a vida, porque ressurgindo dominou a matéria. Não é como os homens cuja existência efêmera e instável depende totalmente das circunstâncias externas. Ele é um governante profundamente tocado pelo sentimento das nossas fraquezas, um soberano que foi testado sob todos os pontos de vista e que permaneceu sem pecado. E desde que ele próprio sofreu, sendo testado e provado, ele  é amplamente capaz de nos compreender e guiar às alegrias maiores.

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